30.7.07

Em silêncio


O silêncio sempre me apeteceu, sempre me foi comum. Mas apenas em Bergman eu pude compreendê-lo melhor.

Hoje Ingmar Bergman está morto.

Fico com as palavras do Milton Ribeiro neste momento.

11 comentários:

Márcia disse...

Também é meu dileto companheiro, o silêncio. Quanto a Bergman, ele seguirá vivendo na sua obra.

Um beijo, Theo. Saudades.

Moacy Cirne disse...

Com a morte de Bergman, perdeu o cinema, perdemos todos nós. Um abraço.

Moacy Cirne disse...

Oi, cara, esta semana o seu blogue será destacado no Balaio. Um abraço.

Theo G. Alves disse...

Olá, amigos.

Antes de qualquer coisa, peço desculpas pelo problema com os comentários neste museu. Deve ser a poeira emperrando engrenagens.

Parece que agora voltou a funcionar.

Veremos!

Theo G. Alves disse...

Márcia e Moacy,
o que nos redime nisso tudo é Bergman vivo em seus filmes.

Um grande abraço!!

Aloi disse...

Adorei descobrir teu Blog...Voltarei sempre..Parabens!

Theo G. Alves disse...

Aloi,
obrigado pela visita e sinta-se em casa.

abraço.

Marco disse...

Grande Theo!
Rapz, fiquei um mês com o computador pifado. Agora que tudo voltou ao normal, posso colocar minhas visitas em dia.
Você escolheu uma imagem do meu Bergman favorito: "O Sétimo Selo".
A Arte se entristeceu com a partida do grande mestre.
Bom final de semana. Carpe Diem. Aproveite o dia e a vida.

Theo G. Alves disse...

Marco, meu caro, espero que os problemas com a tecnologia tenham se resolvido, são problemas miúdos, mas que sempre nos roubam muito da paciência.

O Sétimo Selo é também meu favorito - que difícil escolha - do Bergman. Essa imagem em particular é das coisas que mais me comoveram nas telas.

Um grande abraço!

Pablito Barros disse...

Talvez o melhor comentário sobre Ingmar Bergman tenha partido de Jean-Luc Godard: "O cinema não é um ofício. É uma arte. Cinema não é um trabalho de equipe. O diretor está só diante de uma página em branco. Para Bergman estar só é se fazer perguntas; filmar é encontrar as respostas. Nada poderia ser mais classicamente romântico". (Jean-Luc Godard, "Bergmanorama", Cahiers du cinéma, Julho - 1958). [1]

Eu que coloquei isso no Wikipedia.
Um abraço!

Theo G. Alves disse...

pablito, meu caro, Godard tem toda razão!

abraço!!