21.7.09

Currais Novos vista de longe

Sempre acreditei carregar o Seridó em mim, filho pretensioso: pele, veias, músculos, intestinos. Mas se o Seridó sou eu, por que me faço tanta falta agora?

14 comentários:

Claudinha ੴ disse...

Se me permite responder, meu caro Theo, é porque existem lugares que revelam quem somos, que contém nossa essência e que, cabem imensamente dentro de nós...

Um beijo!

Moacy Cirne disse...

Que a nova vida em Santa Cruz (porta aberta para o Seridó, afinal, de contas) seja a melhor possível para você e a sua família.

Um abraço.

CeciLia disse...

Que bela declaração de pertencimentos, Theo! e como escreves bem sobre esse sentir-se estrangeiro, tão precariamente humano, isso. Mas dói tanto!

Abraço,

Theo G. Alves disse...

claudinha,
é verdade. confesso que estou a sofrer de banzo. que bela palavra. banzo.
beijo.

theo

Theo G. Alves disse...

moacy, meu caro,
oxalá seja mesmo o melhor. é uma aposta pesada em nome do bem da família.

grande abraço!

Theo G. Alves disse...

cecilia,
muito obrigado pela gentileza. verdade é que sou desses de alma ruim: às vezes pareço pertencer onde não estou. é sem cura, demasiado humano. mas dói. verdade que dói muito.

um grande beijo!

Myria disse...

Avec le temps ça ira mieux... ne t'inquiete pas!

Theo G. Alves disse...

myria, minha querida,
você bem que entende dessas coisas... e sabemos de fato que o tempo ajeita essas sensações.

beijo grande! ótimo encontrá-la por aqui!

Thiago Leite disse...

Uma vez ouvi que a saudade é uma poça d'água salgada longe do mar.

Theo G. Alves disse...

thiago,
é bem verdade.
lembro também de uma música do zeca baleiro em que ele diz "a saudade é brigitte bardot acenando com a mão num filme muito antigo". e se não é?
grande abraço!

p.s.: agora em santa cruz, espero sua visita. ficou mais perto.

Marco disse...

Talvez porque você é um Seridó hoje e você sente falta do Seridó ontem. As coisas passam, ninguém se lava duas vezes na mesma água do rio. Seridó será você sempre, nem que seja apenas um retrato na parede.
Carpe Diem. Aproveite o dia e a vida.

Theo G. Alves disse...

marco,
tem toda razão. sinto muita falta do mito que criei. mito com bases reais, é verdade, como todo bom mito que se valha.
abração!

Willian Pinheiro Galvão disse...

(ser)-i-dó... nada mais modorrento. A(dor)o meu Currais Novos.

Theo G. Alves disse...

willian,
você sabe bem do que estou falando.
abraço!