construto
em pedra bruta
a mão crua
tece
lima
brita
o verso
dá-lhe
cores novas
uma tessitura
cremosa
e inútil:
como uma
alma em ferrugem
ou
o ventre de um besouro.
Arsban premia melhores fotografias sobre saneamento básico
-
* A fotografia vencedora é o professor Jean-Claud Rodrigues da Fonseca, com
a foto: “Água, bem de todos”.*
O II Prêmio Arsban de Fotografia e o I Prêmio A...
1 hora atrás
16 comentários:
exposto em
voo
o ventre
besouro
poema faz-se.
Douglas,
que assim seja, assim há de ser.
tô te sorvendo com vontade, menino!
a manual tem me deixado tão serena e assustada.
lindo demais!
beijos...
Iara,
me deixa feliz demais saber que o manual tem te provocado assim.
Obrigado!
Beijo bem grandão!
Theo,
que mão crua bendiria com tal graça a barriga do besouro, a pedra brita do verso, no meio do museu, no dentro da praça?
Abraços, poeta.
cecilia,
suas mãos bem sabem como limar o texto, como aperfeiçoa-los. isso digo porque já vi.
Um grande abraço!
Vai lá:
http://miltonribeiro.opsblog.org/2009/03/26/pequeno-manual-pratico-de-coisas-inuteis-de-theo-g-alves/
Grande abraço.
milton,
agradeço muito, me sinto honrado!!
um grande abraço!
Os metapoetas são, para mim, excepcionais. Conceber ou tentar definir a poesia com ela mesma parece não ser uma característica para os escritores comuns. São os grandes conseguem. Um deles é Théo.
Um grande abraço.
A tua poesia é de uma beleza que emociona, meu caro Theo.
Dizer mais o quê? Parabenizá-lo pelo talento é pouco.
Um abraço.
Cassildo, meu velho, eu sou dos que ainda engatinham... fico torcendo para aprender, enquanto isso, eu tento. e tento de novo. e outra vez.
um grande abraço e obrigado pela generosidade de sempre.
Sobreira,
eu fico comovido e muito feliz com suas palavras. admiro muito seu verso e isso me faz ainda mais contente por ouvir tantas coisas boas de você.
verdadeiramente, obrigado!
Mestre do céu , vá se ferrar. Que coisa linda do cacete. Manoel de Barros deve estar orgulhoso.
Abração!
mut, meu velho!
que bom vê-lo de novo por aqui!
um abração, meu velho! e vamos ver se não sumimos tanto!
" alma em ferrugem
ou
o ventre de um besouro" ( belíssimo)...tb gosto de "quetionar" a utilidade do poema;))
*ah, nós sabemos de sua função sim, mas é coisa de poeta mesmo, rs,rs...
bjo
mara,
fico grato, me sinto honrado.
e é bem verdade que conhecemos o charme da inutilidade da poesia. e mais que isso: o poder transformador disso que chamam inútil.
beijo!!
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