pedra do caju IIsob o sol
um caju de manhã
aplaca a fome
fim de tarde
e a sombra constrói
a cara de um homem.
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a foto da pedra do caju, no sítio totoró, é do site www.cnagitos.com
Curador, este museu está sempre aberto. O pó sobre estas peças é parte delas. Seja bem vindo!
pedra do caju II
14 comentários:
Theo, sempre gostei de ver desenhos em nuvens , em pedras e no que quer que se me afigurasse. Gostei do poema e da pedra! Beijos!
claudinha,
obrigado! só nao sei dizer de certo se essa pedra virou homem ou esse homem virou pedra: caju, caju sei que ela é. já meti-lhe os dentes na carne.
beijo!!!
Rapaz! Que foto legal! A pedra lembra mesmo um caju, que interessante. E o seu poema casou direitinho imagem e palavra. Parabéns. Carpe Diem. Aproveite o dia e a vida.
carissimo, peço-lhe desculpas por não ter comparecido... mas a gripe me pegou, me mordeu os calcanhares e só me largou nessa semana... peço desculpas. E adorei a poesia. Gosto de pedras. São firmes!
colhido o ranço do caju, a poesia se entope de lirismo e se espalha sobre as águas do totoró festivo.
muito linda sua poesia. muito doce. como a carne bem mordida.
beijos...
marco,
a pedra é mesmo bonita, curiosa. o poema é bem fraquinho... mas era o que havia pro momento.
obrigado pela gentileza.
abraço!
arthur,
nao se preocupe. haverá outras oportunidades.
das pedras, gosto e reconheco-as parte de mim.
abraço!
iara,
o totoró é magico, sabemos. a pedra é doce-ranço. você é sempre doçura.
beijo enorme!
adoro ver coisas nas pedras, adoro esses poemas daqui...
theo, meu velho, moro em um lugar rodeado de pedras por todo quanto é lado. há uma, inclusive, de nome afrancesado (moutonée), tombada por ser das únicas que comprovam a era glacial. temos inclusive um parque no entorno dela. no mais, para além dessas e outras semelhanças no molde da carcaça, tenho por mim que a fome é a cara do homem... abraço.
ada,
sua presença é sempre adorável.
beijo grande!
pardim,
pedras são os viventes mais comuns por estas bandas. mas acho que nenhuma tem nome afrancesado. pedra do sino, do navio, do caju... essas têm. as outras são pedras anônimas, que é uma vocação mais bonita e generosa.
abraço!!
Theo meu caro,
Mais uma vez perdi um lançamento de um teu livro. Será que conseguirei algum dia estar presente? Prefiro pensar que os lançarás aos montes e que em algum destes eu estarei para aplaudir-te de pé, como uma fã que sou dos teus escritos e da tua pessoa.
Abraço e sucesso sempre!
glória,
pena voce nao poder ter estado aqui. sua presença seria uma honra.
eu agradeço demais por sua imensa gentileza.
um grande abraço!
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