25.2.09

às vezes estamos tão perdidos que não há nada a escrever. mesmo o que já está escrito não nos diz nada.

paciência.

17 comentários:

Moacy Cirne disse...

É verdade, é verdade, meu caro...

Theo G. Alves disse...

é, moacy. ainda resta a paciência.

quando estiver se achegando a currais novos, não deixe de me avisar.

Arthur Dantas disse...

sorte que ainda resta a paciência...

quanto a peça 45, é necessário dizer o quanto você é genial? acho que não.

e não era eu que você viu no ônibus, a última vez que fui a Caicó faz mais de um ano... Gosto da cidade, mas é que Currais Novos é mais próximo.

Abraços!

Theo G. Alves disse...

arthur,
é isso mesmo... por sorte ainda sobra a paciência. resta saber agora até quando ela aguenta. preciso mudar umas coisas no campo profissional. já estou pensando em como fazer isso. verdade é que ando sufocado.

aproveitando que você gosta de caicó, mas currais novos é mais próxima, reitero: espero vê-lo aqui no lançamento do Pequeno Manual... me escreva e te passo os detalhes.

quanto "à genialidade", converto-a em "sua gentileza e generosidade" (pra não chamar de exagero) :)

grande abraço!

Marco disse...

Grande Theo,
É... você está certo. Às vezes temos mais que ouvir o silêncio, sem ter o que dizer.
Carpe Diem. Aproveite o dia e a vida.

Theo G. Alves disse...

Marco,
é isso mesmo... estou tentando ouvi-lo e decifrá-lo antes que ele me devore.

um grande abraço!!

Thiago Leite disse...

"Mas, ou muito me engano, ou acabo de escrever um capítulo inútil." (Machado de Assis)

Claudinha ੴ disse...

Querido amigo, estou feliz que tenha voltado a me visitar.
É, às vezes nos perdemos quando tentamos nos achar, mas estes hiatos formados pelos silêncios das palavras podem dizer tanto... Podem até gritar!

Poucas palavras e um texto grandioso.

Beijos!

Claudinha ੴ disse...

Voltei. Lembrei-me de Lenine.
Paciência, uma música maravilhosa... Combina com seu texto!

Theo G. Alves disse...

Thiago,
como é bela uma inutilidade machadiana...

abraço!

Theo G. Alves disse...

Claudinha,
é sempre bom visitar você... e a música do Lenine, realmente linda.

ainda estou tentando cultivar minha paciência. estes têm sido dias difíceis.

Beijo bem grande.

Mut disse...

é nessas horas que eu lembro do mestre Sabino e seu encontro marcado.

"fazer da queda um passo de dança , do medo uma escada , do sonho uma ponte , da procura um encontro".

abração , mestre!

Theo G. Alves disse...

mut, meu velho,

tá certinho, cara: certinho!

abração!

celia musilli disse...

Oi Theo, mesmo quando vc para, visito o Museu..E adorei sua visita ao blog. Como vc gosta da palavra nefelibata queria te enviar umas fotos, mas não tenho seu e-mail..Dá pra me enviar?? Um beijo.

Theo G. Alves disse...

celia,
também te visito sempre, mesmo quando o faço em silêncio. gosto muito da tua casa. quanto as fotos, quero sim. vou já aí te dar meu endereço.

beijo grande!

Anônimo disse...

É, amigo Théo, o tempo é realmente uma incógnita. E vivemos na ilusão de vencê-lo, como se ele fosse concreto. Pobre de nós, que somos apenas um fragmento nesse todo sem limites. Em compensação, podemos apreciar a sua sublime e certeira poesia.
Um abraço.
Cassildo.

Theo G. Alves disse...

"o tempo: essa estranha urdidura do ontem, do hoje, do sempre", como disse Borges, citado aqui de memória... logo, provavelmente uma "citação" que ele nunca disse.

abraço!!