às vezes estamos tão perdidos que não há nada a escrever. mesmo o que já está escrito não nos diz nada.
paciência.
Arsban premia melhores fotografias sobre saneamento básico
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* A fotografia vencedora é o professor Jean-Claud Rodrigues da Fonseca, com
a foto: “Água, bem de todos”.*
O II Prêmio Arsban de Fotografia e o I Prêmio A...
1 hora atrás
17 comentários:
É verdade, é verdade, meu caro...
é, moacy. ainda resta a paciência.
quando estiver se achegando a currais novos, não deixe de me avisar.
sorte que ainda resta a paciência...
quanto a peça 45, é necessário dizer o quanto você é genial? acho que não.
e não era eu que você viu no ônibus, a última vez que fui a Caicó faz mais de um ano... Gosto da cidade, mas é que Currais Novos é mais próximo.
Abraços!
arthur,
é isso mesmo... por sorte ainda sobra a paciência. resta saber agora até quando ela aguenta. preciso mudar umas coisas no campo profissional. já estou pensando em como fazer isso. verdade é que ando sufocado.
aproveitando que você gosta de caicó, mas currais novos é mais próxima, reitero: espero vê-lo aqui no lançamento do Pequeno Manual... me escreva e te passo os detalhes.
quanto "à genialidade", converto-a em "sua gentileza e generosidade" (pra não chamar de exagero) :)
grande abraço!
Grande Theo,
É... você está certo. Às vezes temos mais que ouvir o silêncio, sem ter o que dizer.
Carpe Diem. Aproveite o dia e a vida.
Marco,
é isso mesmo... estou tentando ouvi-lo e decifrá-lo antes que ele me devore.
um grande abraço!!
"Mas, ou muito me engano, ou acabo de escrever um capítulo inútil." (Machado de Assis)
Querido amigo, estou feliz que tenha voltado a me visitar.
É, às vezes nos perdemos quando tentamos nos achar, mas estes hiatos formados pelos silêncios das palavras podem dizer tanto... Podem até gritar!
Poucas palavras e um texto grandioso.
Beijos!
Voltei. Lembrei-me de Lenine.
Paciência, uma música maravilhosa... Combina com seu texto!
Thiago,
como é bela uma inutilidade machadiana...
abraço!
Claudinha,
é sempre bom visitar você... e a música do Lenine, realmente linda.
ainda estou tentando cultivar minha paciência. estes têm sido dias difíceis.
Beijo bem grande.
é nessas horas que eu lembro do mestre Sabino e seu encontro marcado.
"fazer da queda um passo de dança , do medo uma escada , do sonho uma ponte , da procura um encontro".
abração , mestre!
mut, meu velho,
tá certinho, cara: certinho!
abração!
Oi Theo, mesmo quando vc para, visito o Museu..E adorei sua visita ao blog. Como vc gosta da palavra nefelibata queria te enviar umas fotos, mas não tenho seu e-mail..Dá pra me enviar?? Um beijo.
celia,
também te visito sempre, mesmo quando o faço em silêncio. gosto muito da tua casa. quanto as fotos, quero sim. vou já aí te dar meu endereço.
beijo grande!
É, amigo Théo, o tempo é realmente uma incógnita. E vivemos na ilusão de vencê-lo, como se ele fosse concreto. Pobre de nós, que somos apenas um fragmento nesse todo sem limites. Em compensação, podemos apreciar a sua sublime e certeira poesia.
Um abraço.
Cassildo.
"o tempo: essa estranha urdidura do ontem, do hoje, do sempre", como disse Borges, citado aqui de memória... logo, provavelmente uma "citação" que ele nunca disse.
abraço!!
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